Calma,eu não virei mamãe,gentem (rsrsrs tolinhos).
É muito simples. Tudo começou quando eu tinha 4 pequenos aninhos. Ou 3. Sei lá,algo assim.
Meus pais,em um ato crucial e não pensado,se separaram – poxa,grande coisa…
Enfim,meu pai não teve culpa. Minha mãe simplesmente deu um pití,e ficou louca da Souza.
Nunca tiveram uma briguinha sequer – mas minha mãe não era uma boa mãe,anyway (esse anyway é totalmente contraditório ao meu post. sobre o inglês “ótemo” da metade do Brasil). Mas,pô,eu tinha 4 (ou 3,whateva)(esse whatever também,mas dane-se) anos,foi MUITA covardia.
Enfim,hoje em dia,eu moro com meu pai. Não dou a mínima pra minha mãe.
Mas,de 15 em 15 dias,eu vou visitar ela.
Mesmo que ela também não dê a mínima pra mim.
Dane-se,o que importa,o único motivo pr’eu estar postando isso,é a máxima raiva acumulada. Tô por aqui (fazendo sinal com a mão no pescoço) com isso tudo.
Porque ela FINGE que se importa.
Qualquer coisa que eu faça,que é politicamente incorreta,boletins baixos na época da escola (quem não teve um? Aposto que VOCÊ nunca,ou pelo menos tá falando/pensando que não nesse momento),xingamentos,fugas de casa,namoradas politicamente/psicologicamente incorretas,e por aí vai,ela finge que se importa.
Se limita a uma conversinha de 1 minuto e meio no telefone,diz um tchau amargo,e na semana depois da semana seguinte,esquece tudo.
Ou seja,pra quê fingir que se importa?
Só é uma pressão a mais pra cima de mim. Tô pensando em matar ela e colocar o corpo no freezer,depois vender como se fosse carne de porco. Noçinhóra,ia ser mó legal.
Ela passou a vida,na verdade,sem nem saber como minha letra é. Nem saber o nome de todas as minhas namoradas – só pegou o nome das ruins,com o meu pai,pra me dar bronca…e ainda assim,ele que avisou ela -,sem saber quantas pessoas levaram um chute no saco por minha causa,o que eu quero ser quando crescer,sem ter cuidado muito de mim,aposto que nem sabe o dia do meu aniversário. Enfim,sem nenhum contato maternal concreto. Tudo o que ela faz,veja bem,é me dar bronca. E ainda assim,nem põe muita força nela.
Mas ou eu chamo aquela criatura de mãe,ou a pior pessa do mundo: minha madrasta,uma crente que acha que tudo é pecado e implica com tudo que eu faço/falo/visto. Ou seja,eu não tenho mãe.
Tudo graças à um pití,que arruinou parcialmente minha vida e deu um trauma psicológico.
Pô,valeu.
Feliz dia das mães pro ano que vem,”mamãe”. Nos vemos no Inferno.